sexta-feira, 6 de abril de 2018

Azerbaijão se tornou a ‘Terra da Intolerância’ aos cristãos; entenda

Na região não tão famosa do Cáucaso, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, um país chama a atenção. É o Azerbaijão, uma nação que faz fronteira com o Irã, Armênia, Geórgia e Rússia, cuja população é de maioria muçulmana.
Apesar de ser conhecida como Terra da Tolerância, o Azerbaijão tem o regime mais repressivo de sua região. Nenhuma oposição política é tolerada e o nível de corrupção é generalizado. Oficialmente, o país é secular e a religião é tolerada. No entanto, o nível de vigilância é tão elevado que os cristãos azerbaijanos não sabem em quem confiar, já que o governo monitora atentamente as atividades de grupos religiosos.
A perseguição
Para a maioria dos cristãos no país, a perseguição vem de funcionários do governo em inúmeros níveis, que vão desde autoridades locais e policiais que invandem reuniões, detém cristãos e confiscam materiais, até famílias, amigos, comunidades e imãs locais que se opõe à conversão de muçulmanos ao cristianismo.
São estes cristãos que suportam o maior peso da perseguição, tanto das mãos do Estado como de seus familiares, vizinhos, amigos e comunidades. Igrejas não registradas têm de viver com o fato de que suas atividades são ilegais e podem ser fechadas e seus membros e líderes presos, até grupos cristãos registrados.
O Azerbaijão ocupa a 45ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018, segundo a organização Portas Abertas.
Desde 1992, a lei sobre liberdade religiosa foi alterada 14 vezes. Segundo o Portas Abertas, as intimidações e restrições criam uma atmosfera tão opressiva que cristãos locais acham mais fácil divulgar o evangelho no Irã ou na Geórgia do que em seu próprio país.
Pedidos de oração
Ore pelos fiéis que desejam se reunir para cultuar e realizar trabalhos evangelísticos. Para que líderes de igrejas sejam estratégicos e sábios e para que a igreja do Azerbaijão possa crescer no conhecimento de Cristo.

Exército já se movimenta em todo o Brasil para manter a ordem na prisão de Lula

Decretada a prisão do ex-presidente Lula


O juiz Sergio Moro decretou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na tarde desta quinta-feira (5). Moro determinou que Lula se apresente até as 17h de sexta (6) à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Paraná.

domingo, 18 de março de 2018

terça-feira, 13 de março de 2018

domingo, 4 de março de 2018

Abandonado quando bebê, homem vence traumas ao se converter e realiza missões no Iraque

Depois de ser abusado na infância, Victor Marx se afundou nas drogas mas foi libertado ao entregar sua vida a Cristo.
Desde 2014, ele começou a realizar missões no Iraque, na Síria, na Nigéria e no Camboja. (Foto: Reprodução).
Victor Marx é a prova viva de que Deus pode realmente salvar vidas do pecado. Hoje ele se dedica em pregar o Evangelho em países perigosos, mas nem sempre foi assim. Sua história de dificuldades já começa em seu nascimento.
Seu pai, um traficante de drogas, o abandonou e não quis reconhecê-lo como filho. Quando ele tinha apenas 5 anos, foi abusado sexualmente por um pedófilo que tentou matá-lo. Quando adolescente, sofreu violência física e psicológica de vários padrastros.
Ele acabou se entregando às drogas para tentar escapar da dor e traumas de sua infância.
Um dia, ele conseguiu amenizar os problemas de sua vida e se juntou às Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi quando seu pai biológico entrou em contato. A última coisa que Victor tinha ouvido sobre ele era que o homem praticava feitiçaria.
Surpreendentemente, através de uma carta, seu pai pediu desculpas por falhar e disse-lhe que tinha entregado sua vida a Cristo. Depois de ver a mudança em seu pai, ele também se converteu. Victor implorou a Deus para que finalmente acabasse seu sofrimento.
Jesus ensinou-o a perdoar todos aqueles que o machucaram. Então, Deus enviou-o para procurar seu primeiro padrasto, um velho moribundo, que, depois de ouvir o Evangelho, aceitou Cristo.
“Deus é um Deus que restaura todas as coisas”, disse Victor que agora é casado e tem cinco filhos. Ele também criou uma fundação, a “All Things Possible Ministries”, para ajudar e compartilhar a Palavra de Deus aos jovens com traumas, vítimas do tráfico de seres humanos e prisões.
Desde 2014, ele começou a realizar missões no Iraque, na Síria, na Nigéria e no Camboja. Com a ajuda e a bênção de Deus, a “All Things Possible Ministries” concedeu mais de 21 mil brinquedos a crianças traumatizadas pela guerra.
Defensor
Em seu site, Marx é descrito como um missionário defensor das crianças que ajuda os pequenos a serem libertos de situações perigosas em todo o mundo, levando equipes de missionários e ajudantes sobre o que ele chama de "missões de alto risco", onde ninguém mais quer ir, exceto onde a necessidade é grande demais.

Marx é amigo de outro ex-soldado dos EUA que também virou missionário, David Eubank. Em um relatório anterior, Eubank lembrou como testemunhou a intervenção de Deus em sua vida, permitindo a ele e a um grupo de soldados iraquianos resgatar uma iraquiana e dois outros sobreviventes de um massacre realizado por militantes do Estado Islâmico.

Tecnologia: Uma arma a favor da Evangelização

Podemos usar a internet e as redes sociais para convidar, evangelizar de uma forma mais rápida e alcançar um número maior de pessoas.


Durante uma tarde, num bate papo descontraído com umas amigas na Casa Margarida, falamos sobre o Grupo Missionário de Mulheres. Enquanto conversávamos, foram surgindo alguns questionamentos, de como era o grupo de mulheres desde sua oficialização na Convenção Nacional de 1963 e com isso, passamos a fazer um paralelo com a atualidade em plena era da informatização e tecnologia.
Através de experiências vividas por minhas amigas e a vontade de aprender mais sobre o assunto, nos apaixonamos ainda mais pelo Grupo Missionário de Mulheres. O GMM nasceu com a visão missionária, de mulheres simples, com o grande desejo de colocar em prática o que elas haviam aprendido através das ministrações de Deus, por intermédio de seus pastores. Como a própria palavra diz – Missionária – fazer missão, ter missão - para levar a palavra de Deus para as mulheres, através de visitas, chás, reuniões e também ajudar a Igreja através da oração, do jejum e do suprimento de itens de primeira necessidade aos pastores e a obra de Deus.
Durante muito tempo, o GMM passa a ser mencionado como colunas da Igreja que sustenta. Título este que vem através do reconhecimento da fé, da força, do dinamismo e disposição que são características da mulher. 
Sempre existiu entre as mulheres uma aproximação que fez crescer o relacionamento entre aquelas que estavam dentro da Igreja com aquelas que não podiam estar. Desta forma, puderam entrar nos lares de suas amigas e vizinhas, e ganhar muitas almas para o reino de Deus. Para isso, o relacionamento foi fundamental para que o grupo fosse crescendo dia após dia, ano após ano, chegando até os dias atuais.
Hoje, estamos vivendo e vendo resultados do que foi construído com muito amor e trabalho. Temos este legado de continuar esta obra maravilhosa, esta obra missionária.
É certo que o momento atual todos vivem de forma apressada, cada um preocupado com suas atividades, parecendo que o dia é pequeno e insuficiente para realizarmos nossa missão. O que nos faz despertar para nos adaptar a essa nova mentalidade, acrescentando a tecnologia e a informática a favor do Grupo de Mulheres. 
Os meios de comunicação devem ser nossas aliadas para permanecemos com o grupo de mulheres com autenticidade: Missionário! Assim podemos usar a internet e as redes sociais para convidar – fazer convites atrativos e postar; divulgar o antes (como será), o durante (transmissão ao vivo no Facebook) -  e após os encontros (como foi, mostrar o envolvimento das mulheres na unção de Deus e no trabalho); evangelizar de uma forma mais rápida e alcançar um número maior de pessoas. É notório que precisamos vigiar para que as redes sociais não distanciem aqueles que estão pertos, mas para isso, podemos associar redes sociais com as células. 
A célula é lugar de relacionamento de perto, de abraços, amizades e comunhão. Para prosseguir com a visão missionária, é necessário que os resultados alcançados através da mídia, das redes sociais, sejam colocados nos moldes da Igreja primitiva e do inicio do GMM em 1963, “nos templos e nas casas, em comunhão.” (Atos 2:46). Quem não gosta de um abraço e de uma palavra de carinho? Todos gostam,  mas isso só acontece nos relacionamentos presenciais. 
Usando a unção e a criatividade que Deus concedeu a mulher, a tecnologia, a informatização, os temas atuais de interesse da mulher moderna e estando em células, Deus nos abençoará que em pleno século XXI. Assim, conseguiremos com uma roupagem nova, sem perder a essência e objetivo do Grupo Missionário de Mulheres, fazer o que fizeram no passado e fazer mais, permanecendo fiéis, sendo colunas da Igreja e um grupo missionário.
Deus abençoe!
Vera Lucia Alves Oliveira da Silva
Pastora na IEQ. Filadélfia – Betim - MG